É o nome artístico de Sofia Reis, cantora, compositora, produtora, e uma das vozes mais singulares da nova música portuguesa. Cada canção é construída de forma intima e consciente, como um pensamento ao ar livre, onde fragilidade e lucidez coexistem.
Em fevereiro de 2024 editou o álbum de estreia contei e deixei que tu me julgasses, um disco onde mostra a sua posição enquanto criadora total. A produção, construção lirica e identidade visual foram pensadas como um corpo único. O álbum confirmou Capital da Bulgária como uma artista singular e de enorme promessa.
A sua trajetória internacional começou a desenhar-se ainda em 2024, quando foi convidada a abrir os concertos de The Tallest Man On Earth na digressão portuguesa do músico sueco, experiência que reforçou a dimensão universal da sua escrita.
Em janeiro de 2025 apresentou o tema Lisboa no Festival da Canção, ampliando o projeto e aproximando-a de novos públicos. A canção, um retrato intimo sobre a crise habitacional da cidade, tornou-se uma das canções mais relacionáveis e acarinhadas pelo público.
Mais tarde, no mês de calor, lançou o single Morangos, sobre encontrar estabilidade nas pequenas coisas, marcando uma nova fase do projeto. Ainda durante o verão, partilhou ser um dos nomes no cartaz do festival Kalorama, confirmando que o seu repertório conquista e pede para ser ouvido ao vivo.
No início de dezembro do mesmo ano, estreou-se em nome próprio no Porto onde deu um concerto para uma casa cheia no Maus Hábitos, afirmando-se definitivamente no circuito de salas nacionais.
Entre a pop alternativa e a estética DIY, Capital da Bulgária escreve canções como quem manda notas de voz para os amigos — cruas, ternas e com humor escondido. Faz música que dói, diverte e fica com a gente.
Em 2026, é certo ser uma das artistas mais autorais, consistentes e relevantes da nova música portuguesa, como vamos poder confirmar no Indie Music Fest.
